A Dependência Química

Primeiramente, é necessário deixar claro que a dependência química é uma doença, conforme classificação da OMS (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE) e que é crônica, progressiva, que pode
ser fatal e é múlti fatorial, ou seja, atinge o indivíduo em diversas áreas: Mental, Físico, Emocional
e Espiritual. Portanto para um tratamento eficaz é importante que a família e os profissionais quebrem preconceitos onde são utilizados, por muitas vezes, termos pejorativos, como :
“OUTRA VEZ BÊBADO”, “VICIADO”, “DROGADO”, “É UM FRACO”

O Dependente Químico
Assim como qualquer outro paciente, precisa ser respeitado e atendido com atenção e humanidade, pois por trás de um histórico de dependência há um ser humano que é único, e que também possui uma infância, traumas, crenças, vivencias, enfim, uma história de vida.
O seu histórico de vida, qual substancia psicoativa está utilizando, a quantidade e o período, entre outras informações que são necessárias para determinar o melhor tratamento a ser indicado.
A aderência do indivíduo ao tratamento indicado, bem como a cooperação diferenciada do corpo familiar são essenciais para a sua eficácia.

Além da conscientização que se trata de uma doença incurável que necessita de um
acompanhamento especializado por um longo período na maioria dos casos.

A internação ela é indicada para que o paciente possa voltar a funcionar perante a sociedade
através de ações intersetoriais que envolvam educação, trabalho, esporte, cultura e lazer
estimulando e estabelecendo hábitos saldáveis e a melhora do estilo de vida do residente, para
que seja feita a reinserção social.

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